Esta parte do livro que estou lendo me chamou demais a atenção. Devo dizer que é o que vejo ao meu redor; e o triste, é que o ser humano erroneamente pensa assim.
NÃO me diga... MOSTRE.
Há quase oito séculos, São Francisco de Assis pediu a seus seguidores que “pregassem o Evangelho em todas as ocasiões, mas só usassem palavras quando fosse necessário”.
Em meus tempos de solteiro, quando circulava com meus amigos por bares e outros lugares que provavelmente não deveríamos freqüentar, achava muito estranho quando um deles dizia, às três da madrugada: “Acho melhor eu voltar para casa e ficar com minha esposa. Amo aquela mulher”.
Lembro que pensava: “Você a ama e fica bebendo até essa hora da madrugada com a turma?”.
Outra coisa que me espantava era quando um amigo dizia que amava os filhos, mas não encontrar tempo para brincar com eles. Lembro-me de suas preleções sobre a importância da qualidade do tempo em vez da quantidade. Eu especulava: “O amor é que o amor diz ou o que o amor faz?”.
Bom, "O amor é o que o amor faz". Medite nela e verás o quanto podemos estar equivocados tanto nos nossos sentimentos quanto no nosso querer, porque se realmente amamos, então vamos amar.

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